quinta-feira, 21 de julho de 2011

Alcoviteira da realidade


Tudo bem! Congratulo-te como vencedora desta vez, (aliás, como sempre) e admito ter que agradecer-te, mas diga-me como posso amar-te se és assim, uma matadora de ilusões, ó alcoviteira da realidade, odeio-te tanto quanto odeio os sonhos que destruíste, e as verdades que me fizeste enxergar!
Sim eu sei, a culpa é minha e não sua! Talvez por isso ainda te ame, pois apesar de ser tão fatídica, me permites sonhar novamente!Quando penso em ti, em teu dever de não deixar que me afunde muito em minhas ilusões, e me distancie demais da realidade para que assim, de fato,  possa alcançar o que almejo, percebo que não posso julgar-te!
Ó odiada e amada razão, és para mim, tanto o veneno quanto a cura!

Nenhum comentário:

Postar um comentário