Sentado aqui vejo um horizonte de contrastes.
Vejo maquinas trabalhado alheias aos pássaros que voam por
perto, alheias ao sol e ao calor que ele oferece em contraponto ao frio.
E vejo a mim trabalhando alheio ao
tempo que passa impiedoso.
Sentado aqui percebo que estou distante demais de tudo.
E é a distância, um mal que me faz viver o paradoxo de não
querer que os dias terminem, ao mesmo tempo em que quero que chegue logo o dia de
ir ver quem me faz bem.

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