Criamos o monstro que nos consome
E o vemos passar na janela como se ele sempre estivesse ali
O alimentamos com nossa respiração
E tememos sua chegada preenchendo cada espaço dos nossos dias
E na tentativa de prolongar aquilo que nós mesmos estipulamos
não sentimos e não vivemos com plenitude a sua ausência...
E o vemos passar na janela como se ele sempre estivesse ali
O alimentamos com nossa respiração
E tememos sua chegada preenchendo cada espaço dos nossos dias
E na tentativa de prolongar aquilo que nós mesmos estipulamos
não sentimos e não vivemos com plenitude a sua ausência...
(Caroline Cristiano Cardoso)

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